Tarcísio Ramos (PDT) assumiu o mandato como vereador em Guaraí na manhã desta terça-feira, 14 de abril, durante sessão que contou com a presença dos deputados estaduais Janad Valcari (Progressistas) e Nilton Franco (União Brasil), além do vice-prefeito Gledson Bueno (União Brasil). Ele já conhece bem a Casa de Leis, pois ocupou cadeira por dois mandatos ali, entre 2017 e 2024.
O parlamentar assumiu no lugar de Mikéias Feitosa (PDT), que se licenciou da vaga titular para assumir a função de Secretário-executivo de Agricultura e Pecuária do Tocantins. Mikéias, que participou como vereador pela última vez na sessão do dia 09 de abril, disse que pretende retomar a função no próximo ano, porém pode até permanecer onde está, dependendo das conjunturas futuras.
Vale destacar que Tarcísio disputou a última eleição em Guaraí no ano de 2024, obtendo 340 votos, ocupando assim a primeira suplência da sigla que elegeu dois vereadores, o próprio Mikéias Feitosa, com 719 votos, segundo mais votado entre todos os candidatos de todos os partidos políticos com postulantes naquele pleito, além de Emanuel Santos, novato na função e que obteve 434 votos.
Foto: Marcelo Gris/Guaraí Notícias

Deputados Janad Valcari e Nilton Franco presentes na sessão.
Foto: Marcelo Gris/Guaraí Notícias

Entre os presentes também estava o vice-prefeito Gleidson Bueno.
O que é primeiro suplente?
Os primeiros suplentes são os candidatos mais votados de cada partido ou federação que não conseguiram vaga direta no parlamento. As cadeiras são distribuídas pelo quociente eleitoral e partidário, e os suplentes seguem a ordem de votação dentro da legenda. Eles assumem em caso de licença, afastamento ou vacância do titular. O sistema garante representação proporcional dos votos.
No caso de Guaraí, cinco partidos são titulares das 11 cadeiras possíveis: O União Brasil, com quatro, o PL, com outras três, o PDT com duas, além de Progressistas e Republicanos, possuindo uma cada. União Brasil, PL e PDT fizeram parte do mesmo grupo que apoiou a reeleição da prefeita Fátima Coelho (União Brasil), enquanto as demais siglas estavam na época dentro da oposição.















