Moradores que vivem entre a Vila Parente e a Vila Morais cobram providências quanto à construção de uma ponte sobre o córrego Guarazinho, iniciada a cerca de dois anos, mas que nunca foi concluída. Para atravessar o local, a comunidade improvisou uma ‘pinguela’, utilizada apenas por motos, bicicletas e pedestres. Na região vivem cerca de 20 famílias, incluindo idosos e crianças.
Uma placa instalada no local, mas que acabou totalmente deteriorada pela ação do tempo, informava que a obra deveria ser entregue até o fim do ano passado, o que está longe de acontecer aparentemente. Os recursos, no valor de R$ 423 mil, seriam oriundos da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), empresa vinculada ao Governo Federal.
Outra ponte na Liberdade
Outra obra de ponte inacabada, também com recursos empenhados pela CODEVASF, superiores a R$ 526 mil e previsão de conclusão para dezembro do ano passado, fica entre os setores Alvorada I e II, nos fundos do Educandário Moranguinho (Rua da Liberdade), sobre o córrego Simplício. No local, ao contrário da construção do Guarazinho, ainda há placa com informações visíveis.
Onde encontrar informações?
A dificuldade para encontrar informações públicas sobre essas obras também chama atenção dos moradores. Dados básicos, como empresa responsável, cronograma atualizado, medições, percentual executado e justificativas para a paralisação, não estão facilmente acessíveis em canais oficiais, nem mesmo no site da CODEVASF, apesar do investimento envolver recursos públicos federais.














