Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o rendimento per capita (por pessoa) nos domicílios tocantinenses dobrou entre 2021 e 2025, saltando de R$ 1.028,00 para R$ 2.036,00 no período. O valor é considerado o maior entre estados do Norte e Nordeste, sendo encarado como um importante indicador de aquecimento econômico e redução da pobreza.

 

o rendimento domiciliar per capita foi calculado como a razão entre o total dos rendimentos domiciliares (nominais) e o total dos moradores. Nesse cálculo, são consideradas fontes oriundas do trabalho e de outras rendas. Todos os moradores são considerados no cálculo, inclusive aqueles classificados como pensionistas, empregados domésticos e parentes dos empregados domésticos.

 

Especialistas ressaltam, contudo, que o indicador representa uma média e não revela, isoladamente, o nível de desigualdade na distribuição da renda. Para uma análise mais completa, é necessário observar também dados sobre desemprego, informalidade, entre outros, a fim de verificar se o avanço econômico foi acompanhado por melhoria nas condições de vida da população.

 

Este indicador foi extraído da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), que acompanhando flutuações trimestrais e a evolução da força de trabalho, entre outras informações necessárias para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do país. Os dados são atualizados a cada três meses e costumam servir de base para investimentos no setor público e privado.

 

 

Rendimentos por região

 

Brasil

Média nacional: R$ 2.316,00

 

Região Norte

Tocantins (TO): R$ 2.036,00

Rondônia (RO): R$ 1.991,00

Roraima (RR): R$ 1.878,00

Amapá (AP): R$ 1.697,00

Amazonas (AM): R$ 1.484,00

Pará (PA): R$ 1.420,00

Acre (AC): R$ 1.392,00

 

Região Nordeste

Rio Grande do Norte (RN): R$ 1.819,00

Sergipe (SE): R$ 1.697,00

Pernambuco (PE): R$ 1.600,00

Piauí (PI): R$ 1.546,00

Paraíba (PB): R$ 1.543,00

Bahia (BA): R$ 1.465,00

Alagoas (AL): R$ 1.422,00

Ceará (CE): R$ 1.390,00

Maranhão (MA): R$ 1.219,00

 

Região Centro-Oeste

Distrito Federal (DF): R$ 4.538,00

Mato Grosso do Sul (MS): R$ 2.454,00

Goiás (GO): R$ 2.407,00

Mato Grosso (MT): R$ 2.335,00

 

Região Sudeste

São Paulo (SP): R$ 2.956,00

Rio de Janeiro (RJ): R$ 2.794,00

Minas Gerais (MG): R$ 2.353,00

Espírito Santo (ES): R$ 2.249,00

 

Região Sul

Rio Grande do Sul (RS): R$ 2.839,00

Santa Catarina (SC): R$ 2.809,00

Paraná (PR): R$ 2.762,00

 

Fonte: PNAD Contínua IBGE (2026)