Desde o início deste ano equipes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) vistoriaram 8.070 imóveis de Guaraí, identificando 58 focos do mosquito Aedes Aegypti. Apesar do índice de infestação ainda ser considerado baixo, a situação exige atenção, levando em conta o aumento dos casos suspeitos e confirmados de Dengue, além de outras doenças como Zika Vírus e Febre Chikungunya.
Além do trabalho de eliminação dos criadouros e orientação da população, as equipes do CCZ estão instalando as chamadas “ovitrampas”, pequenas armadilhas para monitorar a presença de mosquitos. Estes recipientes controlados detectam larvas do inseto, mesmo quando quase não há adultos visíveis, ajudando a guiar ações, incluindo o carro fumacê, visitas e os bloqueios.
Um pode contaminar 10
O mosquito Aedes Aegypti leva até 10 dias para se desenvolver, dependendo da temperatura. A fêmea deposita ovos nas paredes de recipientes com água parada e eles eclodem em dois dias. A fase de larva dura de 4 a 5 dias, seguida pela fase de pupa, levando mais três dias para virar adulto. O mosquito vive, em média, 30 ou 45 dias e um único espécime pode contaminar até 10 pessoas.
Responsabilidade coletiva
Cada morador pode ajudar na luta contra o Aedes aegypti eliminando água parada semanalmente: esvazie pratos de plantas, limpe calhas, vede caixas d’água, descarte pneus e garrafas, mantenha lixeiras fechadas e troque água de animais diariamente. Receba agentes, denuncie focos e use telas. Pequenas rotinas impedem surtos na cidade inteira. Protege sua família e vizinhos.
.jpg&w=3840&q=75)








