O combate ao furto de energia elétrica no Tocantins resultou na recuperação de 1.218 megawatt-hora (MWh) nos três primeiros meses de 2026. Este volete poderia abastecer uma cidade com 5.246 unidades consumidoras por mês, lembrando que este é um crime com penas de dois a 8 anos de prisão + multa.
Foram ao todo 707 irregularidades registradas no Estado neste período Estado. Desse total, 273 casos estavam relacionados a desvios de energia, conhecidos como “gatos”, e outros 434 envolviam modificações em medidores, prática utilizada para adulterar o consumo real. Só em Palmas (capital) foram 290 casos.
Segundo a Energisa Tocantins, teriam sido realizadas 5.177 inspeções técnicas no primeiro trimestre, além de 49 operações com apoio da Polícia Civil. As ações também resultaram em 18 prisões e 31 intimações neste ano, totalizando 49 medidas legais, número superior ao registrado no mesmo período de 2025 (46).
Crime e risco à população
O furto de energia elétrica, além de ser um crime previsto no Código Penal Brasileiro (CPB), também é uma prática que coloca em risco não apenas quem realiza a ligação irregular, mas toda a vizinhança, em razão da possibilidade de choques, curtos-circuitos, incêndios, inclusive chance de acidentes fatais.
População pode ajudar
A participação da população é fundamental no combate ao furto de energia. As denúncias podem ser feitas de forma anônima, seja pelos canais de atendimento da Energisa, incluindo call center pelo 0800 721 3330, além do aplicativo Energisa On e o Whatsapp da Gisa ou diretamente nas polícias Militar e Civil.








