Durante a sessão desta terça-feira, 27 de outubro, após fala do vereador Nilo Farinha (PL) sobre denúncias de contratos junto ao Fundo de Previdência Social dos Servidores de Guaraí (GUARAÍ-PREV), parlamentares sugeriram a instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a autarquia, exatamente na plenária seguinte a realização de uma grande manifestação onde servidores cobravam a retirada de projetos que tramitam na Casa de Leis, sugerindo profundas mudanças na legislação previdenciária local.
As denúncias em questão envolvem questionamentos relativos a contratos de prestação de serviços prestados por empresas junto da autarquia municipal e o pagamento de diárias para representes do fundo. Não ficou claro se a CPI será ou não instaurada, até porque não houve votação a respeito do assunto. O debate, por outro lado, não tratou de forma tão intensa da cobrança feita pelos servidores que, inclusive, montaram uma comissão própria para discutir o tema e devem se reunir para tratar deste assunto na tarde desta quarta-feira, 28.
Procurada, a presidente do GUARAÍ-PREV, Maria Aparecida do Santos Sobrinho, “Cida Sobrinho”, informou que aguarda notificação da Casa de Leis para responder sobre as questões apontadas. Por outro lado, ela se colocou à disposição para prestar esclarecimentos e ressaltou ainda que a autarquia mantém no seu portal institucional todas as informações do fundo. A gestora destacou que espera a abertura de um amplo diálogo no parlamento, tendo como foco na discussão das propostas previdenciárias em tramitação na Casa de Leis.
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Esclarecimento do Guaraí Notícias
Diante dos questionamentos do vereador Nilo Farinha (PL), o empresário Marcelo Gris, responsável pelo Guaraí Notícias, esclarece que sua empresa mantém contrato de comunicação com o GUARAÍ-PREV, firmado por dispensa de licitação, após apresentação da documentação exigida. O comunicador garante estar à disposição para esclarecimentos e ressalta que denúncias em apuração não comprovam irregularidades, defendendo a fiscalização dos contratos, sem precisar desviar o debate das reivindicações dos servidores.








