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Guaraí registra apenas 4 casos de Chikungunya, 15 de Dengue em nenhum de Zika em 2018


Foto: Ilustração/Internet - Apesar dos resultados positivos, na avaliação dos participantes da Sala de Controle e Combate ao Aedes Aegypti de Guaraí a população precisa continuar atenta e eliminar criadouros do Aedes Aegypti.
Foto: Ilustração/Internet - Apesar dos resultados positivos, na avaliação dos participantes da Sala de Controle e Combate ao Aedes Aegypti de Guaraí a população precisa continuar atenta e eliminar criadouros do Aedes Aegypti.

Publicado em 13/11/2018 10:00 - Categoria: Saúde

Após vários anos com estatísticas assustadoras envolvendo Febre Chikungunya, Dengue e Zika Vírus, Guaraí finalmente conseguiu reduzir o número de casos das doenças. Conforme dados mais recentes divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde, foram confirmados até o momento apenas 4 casos de Chikungunya, 15 de Dengue em nenhum de Zika. Em todo o Estado também houve redução significativa, apesar disso, é preciso continuar em alerta.

 

Em 2016 o município registrou 49 casos confirmados de Dengue, 10 de Chikungunya e 75 de Zika Vírus. No ano passado as três doenças se mantiveram com altos índices, especialmente a Febre Chikungunya e do Zika Vírus, com 98 e 101 casos confirmados, respectivamente. Apesar de haver redução, o número de casos de Dengue no ano passado também foi alto (44), lembrando que as três doenças são transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti.

 

Na avaliação dos participantes da Sala de Controle e Combate ao Aedes Aegypti de Guaraí, entidade criada em 2015 e que reúne profissionais de diversas entidades públicas e privadas do município, as ações voltadas para conscientização da população, limpeza pública e os mutirões realizados nos últimos dois anos, proporcionaram este resultado positivo. Apesar disso, o grupo avalia que é preciso continuar em alerta, combatendo os criadouros do mosquito.

 

“Precisamos continuar combatendo os depósitos de acúmulo de água. Eliminando os criadouros, acabamos com a chance do Aedes Aegypti se desenvolver, lembrando que qualquer lugar pode servir de berçário para as larvas deste mosquito, incluindo embalagens, latas, copos plásticos, pneus velhos, tampinhas de refrigerantes, entre outros”, explica Renata Braga, bióloga e coordenadora adjunta da Sala Estadual de Combate ao Aedes Aegypti.

 

Foto: Divulgação/Prefeitura de Guaraí

Integrantes da Sala de Controle e Combate ao Aedes Aegypti de Guaraí em recente reunião.

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