159 inscrições, 75 emissões do Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), 32 novos registros no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e 83 retificações do cadastro marcaram a etapa dos mutirões do projeto Floresta+ Amazônia no Tocantins, encerrada nesta semana em Guaraí. A ação também auxiliou produtores rurais interessados em aderir ao edital de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), com inscrições abertas até o próximo dia 30 de junho.
A passagem por Guaraí encerrou a etapa itinerante da iniciativa no estado, que também percorreu os municípios de Araguaína, Porto Nacional, Miracema do Tocantins e Palmeirante. As mobilizações reuniram equipes da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) e do Programa de Retificação do CAR, o “RetifiCAR”.
Ao aderir ao projeto, o produtor assume o compromisso de manter preservadas as áreas de vegetação contempladas pelo benefício. O monitoramento ocorre por meio de imagens de satélite, sistemas de sensoriamento remoto e, quando necessário, visitas técnicas às propriedades previamente cadastradas. Caso sejam identificados descumprimentos das obrigações previstas no termo de adesão, o beneficiário poderá perder o direito aos pagamentos previstos.
Como funciona a remuneração
O Projeto Floresta+ Amazônia atende agricultores familiares proprietários ou possuidores de imóveis rurais de até quatro módulos fiscais na Amazônia Legal. Na modalidade Conservação, os participantes da Fase 1 recebem duas parcelas de R$ 1.500,00. Já na Fase 2, o pagamento é anual e varia conforme a área preservada, podendo chegar a R$ 28 mil por ano. O benefício incentiva a conservação e valoriza quem preserva o meio ambiente em suas propriedades.
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