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Educadores municipais realizam ato público e distribuem panfletos na feira coberta de Guaraí


Foto: Guaraí Notícias - Os educadores cobram o cumprimento do piso salarial e do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) da categoria. A pauta vem sendo alvo de tratativas desde o início de 2017.
Foto: Guaraí Notícias - Os educadores cobram o cumprimento do piso salarial e do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) da categoria. A pauta vem sendo alvo de tratativas desde o início de 2017.

Publicado em 06/02/2019 17:00 - Categoria: Educação

Em “estado de greve” desde o fim de janeiro deste ano, os profissionais da rede municipal de educação de Guaraí promoveram na tarde desta quarta-feira (06/02), um novo ato público, desta vez realizado nas dependências da feira coberta do município. Distribuindo panfletos, os profissionais chamavam a atenção dos que frequentavam o local, explicando suas reivindicações.

 

Os educadores cobram o cumprimento do piso salarial e do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) da categoria. A pauta vem sendo alvo de tratativas desde o início de 2017. Na reunião mais recente, realizada no dia 24/01, representantes dos profissionais debateram o assunto com a prefeita Professora Lires Ferneda (PSBD), mas o encontro terminou sem um acordo.

 

Foto: Guaraí Notícias

 

Educadores distribuíram panfletos durante ato público realizado na feira coberta de Guaraí.

 

De um lado, os profissionais da educação, categoria formada por mais de 250 servidores efetivos, alegam que possuem direitos e que eles são garantidos por legislações municipais e federais. De outro lado, a gestão contesta alguns destes direitos e argumenta que não tem condições de oferecer o que a classe pede, sem causar um desequilíbrio nos limites de gastos com folha de pagamento.

 

Durante o “estado de greve”, que não é o mesmo que “greve”, os profissionais tentam forçar a efetivação de um acordo. Desta forma, as aulas seguem sendo realizadas normalmente, com exceção dos dias agendados para manifestações e atos públicos, mas se não houver uma decisão, o sindicato que representa os educadores (SINTET), não descarta a possibilidade de a greve acontecer.

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