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Detentos de Guaraí poderão trabalhar em fábrica de blocos de concreto a partir de 2019


Foto: Divulgação/SECIJU - Três fábricas já estão funcionando e a próxima a ser inaugurada será a da CPP de Guaraí. A capacitação dos reeducados começou a ser ofertada em 2018.
Foto: Divulgação/SECIJU - Três fábricas já estão funcionando e a próxima a ser inaugurada será a da CPP de Guaraí. A capacitação dos reeducados começou a ser ofertada em 2018.

Publicado em 19/12/2018 13:26 - Categoria: Policial

240 detentos do sistema prisional do Tocantins concluíram neste ano um curso profissionalizante voltado para a fabricação de artefatos e blocos de concreto. A capacitação foi oferecida a reeducandos de várias unidades, incluindo da Casa de Prisão Provisória (CPP) de Guaraí. Os presos capacitados poderão trabalhar em pequenas fábricas, algumas que já estão montadas e prontas para operar.

 

Foto: Arquivo/Guaraí Notícias

Projeto vai beneficiar presos com bom comportamento da CPP de Guaraí.

 

O curso, com 160 horas de duração, é oferecido pela Secretaria Estadual de Cidadania e Justiça (SECIJU), por meio de um convênio firmado com o Governo Federal. Até o momento foram capacitados detentos das CPP´s de Guaraí, Palmas, Paraíso do Tocantins e Porto Nacional. A ideia é que pelo menos 8 unidades prisionais recebam a formação até o fim do 1º semestre de 2019.

 

Três fábricas já estão funcionando e a próxima a ser inaugurada será a da CPP de Guaraí. “O intuito é ofertar formação, qualificação, empregabilidade, remissão de pena e fonte de renda para os presos. Essas condições possibilitam novas alternativas para que não haja reincidência no crime”, destaca o diretor de políticas para o sistema prisional do Tocantins, Oséias Costa Rêgo.

 

Foto: Divulgação/SECIJU

A ideia é que a pequena fábrica seja montada em 8 unidades do Esatdo até o inicio de 2019.

 

Segundo o diretor da CPP de Guaraí, Anderson Miranda, os presos envolvidos no projeto estão recebendo o incentivo e colaborando com a manutenção da unidade. “No momento estamos construindo um muro. Compramos o material e os reeducandos estão ajudando em tudo. Quando estivermos com a fábrica, vamos produzir esse material de construção aqui dentro”, explica o diretor.

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